Vai, não vai, blá blá blá, limpar a casa, plantar flores, mas vem, sono, de pijama, palavras trocadas, vá lá, tomar banho obrigatório, ok já estou a ir, beijinho beijinho, trim trim, olá olá, busca a miuda, falta a cadeirinha, olha elas, tão giras, mais miminhos. Talão, mas que grande lata, a seguir à curva, até já.
Duas kangoos, trânsito giro, miuda dorme, miudo joga, blá blá blá. O mar é lindo, flores amarelas, vamos por ali, vira à direita, mudaram de ideias, vira à esquerda, mímica, rapidinha e estaciona.
Pessoas giras por todo o lado, cães giros por todo o lado, miudos giros por todo o lado.
Esplanada cheia, o nosso miudo giro tem a ideia mais maravilhosa do mundo.
Piquenique na praia. Tostas, batata palha, areia macia, toalhas com peixinhos, manta com poderes especiais, gorros e óculos de sol. Baldes, pás, buracos e blá blá blá. Sonhos, viagens, vidas. As nossas. hhahhahahha e blá blá blá. Não sejam chatinhos. Ainda agora me descalcei, buscar água no regador, assoar narizes, vestir casacos. Café, calça os ténis, não te volto a dizer, fotos pirosas. Rebuçados e eu que não tinha vontade de ir, e eu que tinha tantaaa coisa para fazer e eu que bem vos disse.
Sol. O tempo parou... temos esse poder.
Lolitar.
(do latim aparvalhare, um)
v. int.
1. Acto de fazer lolitagens;
2. Deitar cá para fora amarguras, irritações, parvoíces e palavras pirosas do coração;
3.O mesmo que esticar o cabelo na marquise da Rosa.
sábado, 28 de janeiro de 2012
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
É a vida, lolitas
... a sério. é a vida. são as indecisões de hoje e as certezas de amanhã. são as lágrimas e as angústias de hoje e os abraços de amanhã. o odiar o mundo hoje e amar tudo e todos amanhã. faz parte.
andamos numa fase em que precisamos de colo e fugimos umas das outras. temos coisas por dizer umas às outras. temos gritos para atirar umas às outras. temos olhares para trocar umas com as outras. já fizémos as máscaras, chegou o momento de as tirar. eu não quero viver de máscaras. quero viver com peitos onde me encostar. quero poder deitar-me na areia quente com vocês ao meu lado e não ser preciso dizer nada. só estarmos e estarmos e deixarmo-nos estar mais um bocadinho. fazer com que o mundo páre...
andamos numa fase em que precisamos de colo e fugimos umas das outras. temos coisas por dizer umas às outras. temos gritos para atirar umas às outras. temos olhares para trocar umas com as outras. já fizémos as máscaras, chegou o momento de as tirar. eu não quero viver de máscaras. quero viver com peitos onde me encostar. quero poder deitar-me na areia quente com vocês ao meu lado e não ser preciso dizer nada. só estarmos e estarmos e deixarmo-nos estar mais um bocadinho. fazer com que o mundo páre...
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Vocês sabem que eu leio muito, oiço muito e observo muito...
Odeio pensar que os pais e mães andam a dormir. Mas há dias em que assisto a coisas que me fazem pensar assim...
É porem-nos em frente à tv, sozinhos, como se a televisão substituisse por algum momento a companhia das pessoas de quem gostam;
É decidirem por eles de que clube são, de que religião são e que a maior parte dos conflitos se resolve ao pontapé;
É não se sentarem ao lado deles, não lerem com eles (mesmo que isso signifique bocejos sem fim - pelo menos da minha parte), não fazerem colagens com eles (mesmo que isso signifique terem que descolar papel do soalho de madeira), não fazerem desenhos com eles (mesmo que isso signifique terem que mandar os estofos do sofá para a lavandaria e aquela camisola gira como tudo passa a camisola interior), não cantarem com eles (mesmo que sintam que os vizinhos vos olham de maneira esquisita), não brincarem com eles (apesar do cansaço do dia de trabalho e o pó por baixo do carrinho de chá que não pára de aumentar).
Assisto a gritos, ameaças e puxões por tudo e por nada (se somos o modelo a seguir, fará algum sentido ser um modelo que perde a cabeça vezes sem conta?!); alimentam-nos mal (batatas fritas e chocolates às 8h30; fruta e sopa nem vê-los); não lhes dizem que os amam incondicionalmente e que são os melhores filhos do mundo.
A minha é! Todos os dias das nossas vidas, cada hora, cada milésimo de segundo.
E acima de tudo, gostar deles é não lhes mentir.
Acredito com todas as minhas forças que não é por dar um beijinho no dói-dói (invisível) no joelho, que ela vai ficar uma menina "mariquinhas". Às vezes também estamos tristes e queremos miminhos. O meu beijinho nos dói-dóis dela, a minha paciência à espera que a birrinha (seja no café, em casa ou no jardim) páre para podermos conversar, significam o meu amor por ela. Significa que estou aqui para ficar.
E assim me fico com a minha reflexão parental de hoje, enquanto penso em coelhinhos fofinhos.
É porem-nos em frente à tv, sozinhos, como se a televisão substituisse por algum momento a companhia das pessoas de quem gostam;
É decidirem por eles de que clube são, de que religião são e que a maior parte dos conflitos se resolve ao pontapé;
É não se sentarem ao lado deles, não lerem com eles (mesmo que isso signifique bocejos sem fim - pelo menos da minha parte), não fazerem colagens com eles (mesmo que isso signifique terem que descolar papel do soalho de madeira), não fazerem desenhos com eles (mesmo que isso signifique terem que mandar os estofos do sofá para a lavandaria e aquela camisola gira como tudo passa a camisola interior), não cantarem com eles (mesmo que sintam que os vizinhos vos olham de maneira esquisita), não brincarem com eles (apesar do cansaço do dia de trabalho e o pó por baixo do carrinho de chá que não pára de aumentar).
Assisto a gritos, ameaças e puxões por tudo e por nada (se somos o modelo a seguir, fará algum sentido ser um modelo que perde a cabeça vezes sem conta?!); alimentam-nos mal (batatas fritas e chocolates às 8h30; fruta e sopa nem vê-los); não lhes dizem que os amam incondicionalmente e que são os melhores filhos do mundo.
A minha é! Todos os dias das nossas vidas, cada hora, cada milésimo de segundo.
E acima de tudo, gostar deles é não lhes mentir.
Acredito com todas as minhas forças que não é por dar um beijinho no dói-dói (invisível) no joelho, que ela vai ficar uma menina "mariquinhas". Às vezes também estamos tristes e queremos miminhos. O meu beijinho nos dói-dóis dela, a minha paciência à espera que a birrinha (seja no café, em casa ou no jardim) páre para podermos conversar, significam o meu amor por ela. Significa que estou aqui para ficar.
E assim me fico com a minha reflexão parental de hoje, enquanto penso em coelhinhos fofinhos.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Cão que é cão
é o nosso melhor amigo.
Magali que é Magali é a nossa melhor amiga. Magali que é Magali é meio foca, meio toupeira, meio dartacão.
Olho para anos passados e ela esteve sempre connosco. Hoje foi ao médico e trouxe medicação. Não vale a pena fazer mais exames, os donos é que sofrem com as más notícias. Provavelmente é um tumor. Provavelmente vai reduzir-lhe o tempo de vida... ouvi isto tudo e senti que ouvi uma sentença de morte. Amanhã sei será diferente. Comprimido goela abaixo para continuares as traquinices anos a fio.
Porque fazes parte da nossa família. Nasceste no quarto onde eu cresci. Arrastavas-te enquanto os teus irmãos já corriam. Não te conseguimos resistir. Eras a mistura perfeita Essi-Bob. És.
Foste a única cadela que alguma vez conheci a obter o COB (certificado de obediência básica) aos saltinhos. Foste a única que se atreveu a disputar a minha barriga com a Laura (ora empurravas tu, ora empurrava ela) - não devias saber que há lugar para todos. És a cadela mais brincalhona, mais meiga, mais doce que eu conheço. Eras tu quem dormia debaixo do berço, desde o dia em que trouxémos a Laura da maternidade. És tu quem brinca com ela às comidinhas, a cheirar os pratinhos todos, na esperança de encontrar um biscoito perdido, enquanto a Essi vos guarda, não vá aparecer um bicho mau. E aos penteados. E ao "não puxes a trela, Magali! Oh mãe, olha ela!!" Adoro-te. Por isso deixa-te lá de doenças esquisitas e vem brincar!
Magali que é Magali é a nossa melhor amiga. Magali que é Magali é meio foca, meio toupeira, meio dartacão.
Olho para anos passados e ela esteve sempre connosco. Hoje foi ao médico e trouxe medicação. Não vale a pena fazer mais exames, os donos é que sofrem com as más notícias. Provavelmente é um tumor. Provavelmente vai reduzir-lhe o tempo de vida... ouvi isto tudo e senti que ouvi uma sentença de morte. Amanhã sei será diferente. Comprimido goela abaixo para continuares as traquinices anos a fio.
Porque fazes parte da nossa família. Nasceste no quarto onde eu cresci. Arrastavas-te enquanto os teus irmãos já corriam. Não te conseguimos resistir. Eras a mistura perfeita Essi-Bob. És.
Foste a única cadela que alguma vez conheci a obter o COB (certificado de obediência básica) aos saltinhos. Foste a única que se atreveu a disputar a minha barriga com a Laura (ora empurravas tu, ora empurrava ela) - não devias saber que há lugar para todos. És a cadela mais brincalhona, mais meiga, mais doce que eu conheço. Eras tu quem dormia debaixo do berço, desde o dia em que trouxémos a Laura da maternidade. És tu quem brinca com ela às comidinhas, a cheirar os pratinhos todos, na esperança de encontrar um biscoito perdido, enquanto a Essi vos guarda, não vá aparecer um bicho mau. E aos penteados. E ao "não puxes a trela, Magali! Oh mãe, olha ela!!" Adoro-te. Por isso deixa-te lá de doenças esquisitas e vem brincar!
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
parabéns à querida Verinha Mágica
nós gostamos da vera porque:
- comove-se sempre com as coisas mais tolas que dizemos, acha tudo bonito
- está sempre feliz mesmo quando nos convence que não está
- é a super mãe, criou a super filha
- é a super filha, está sempre a aprender com a mãe e vai estar sempre a aprender com ela e mostra que o amor de filha não tem limites e que, por extensão, o amor de mãe também não. E nós gostamos de saber isso.
- faz as melhores prendas, quando achamos que já não nos pode surpreender, pimba, lá está ela!
- tem o sofá onde toda a gente desabafa, que sabe mais segredos que qualquer outro sofá (o Rui também sabe mas finge sempre que não está a ouvir)
- Gosta de músicas que põem toda a gente bem disposta
- tem paciência para toda a gente, para nós, para a Laura, para pessoas para quem ela diz que não tem paciência, às escondidas...
- faz os bolos mais giros da terra.
- partilha comigo das melhores memórias da minha vida, nos tempos do Avante, da Gulbenkian, de quando me dizia que eu não podia ser tão menina e tão doce que tinha de me fazer à vida, da Coca-Cola, do opiário.
- gosta do Fante e do Bandini
- é amiga a sério, daquelas que sabemos que não se vai embora nunca, mesmo que às vezes estejamos à beira da luta na lama.
- é a maior, em suma.
- comove-se sempre com as coisas mais tolas que dizemos, acha tudo bonito
- está sempre feliz mesmo quando nos convence que não está
- é a super mãe, criou a super filha
- é a super filha, está sempre a aprender com a mãe e vai estar sempre a aprender com ela e mostra que o amor de filha não tem limites e que, por extensão, o amor de mãe também não. E nós gostamos de saber isso.
- faz as melhores prendas, quando achamos que já não nos pode surpreender, pimba, lá está ela!
- tem o sofá onde toda a gente desabafa, que sabe mais segredos que qualquer outro sofá (o Rui também sabe mas finge sempre que não está a ouvir)
- Gosta de músicas que põem toda a gente bem disposta
- tem paciência para toda a gente, para nós, para a Laura, para pessoas para quem ela diz que não tem paciência, às escondidas...
- faz os bolos mais giros da terra.
- partilha comigo das melhores memórias da minha vida, nos tempos do Avante, da Gulbenkian, de quando me dizia que eu não podia ser tão menina e tão doce que tinha de me fazer à vida, da Coca-Cola, do opiário.
- gosta do Fante e do Bandini
- é amiga a sério, daquelas que sabemos que não se vai embora nunca, mesmo que às vezes estejamos à beira da luta na lama.
- é a maior, em suma.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Tudo me parece patético...
Felizmente, não sinto isto muitas vezes por ano. Se bem que já começam a ser mais do que eram... O ano passado senti isto. Há dois anos também... Há três também... Há quatro, estava ocupada com as minhas lesões cerebrais e nem me lembro se se passou alguma coisa...
Eu que adoro fazer os bolos de aniversário dos outros, odeio fazer o meu. Odeio profundamente.
Mas já está tudo a postos, até porque detesto bolos de aniversário de cafés - não são feitos com amor e isso sente-se na falta de sabor. Já fui 3 vezes ao supermercado (fica sempre a faltar algum ingrediente), já li e reli 186780 receitas (para decidir qual a melhor e uma que não me faça perder a paciência). Já dispus o açúcar, os ovos, o chocolate e os enfeites pelo armário. Já limpei a bancada. Faltam as velas que são caras como tudo, já que me recuso a ter aquelas horrorosas com os números colados. Velas que são velas são muitas e esburacam o bolo todo (a boa notícia é tenho ajuda para as apagar, a todas, de uma só vez, apesar de isso implicar alguma baba em cima do bolo).
Para o jantar também está tudo bem encaminhado. Tudo preparado como seria de esperar de mim, sendo filha da minha mãe. Tudo para que o N. não se lembre que não foi ela que pôs a mesa, não foi ela que fez o bolo e nem é ela que se vai sentar ao nosso lado. Recebo as rosas que ela sempre me ofereceu, em todos os meus aniversários, desde que me lembro de ter dito "olha, adoro flores! Que giro. Nunca tinha pensado nisso."
Mas depois olho para a piolha, os olhinhos a brilhar de excitação porque a mamã faz anos amanhã. E o bolo vai barbies e flores (oh brother!). E o jantar é bacalhão (já que diz otorrinolaringologista melhor que muitos adultos, nem a corrijo, até porque me diverte)! E vou-te fazer um desenho com muitaaaaas cores! E quero passar o dia todo contigo (não fosse eu obrigada a trabalhar no dia do meu aniversário)! Ai que bom ai que bom! Que dia tão feliz que vai ser :)
E zás... as vossas vidas são assim tão frenéticas como a minha? Tanta coisa se pode viver e sentir num só dia, não é? É incrível...
Eu que adoro fazer os bolos de aniversário dos outros, odeio fazer o meu. Odeio profundamente.
Mas já está tudo a postos, até porque detesto bolos de aniversário de cafés - não são feitos com amor e isso sente-se na falta de sabor. Já fui 3 vezes ao supermercado (fica sempre a faltar algum ingrediente), já li e reli 186780 receitas (para decidir qual a melhor e uma que não me faça perder a paciência). Já dispus o açúcar, os ovos, o chocolate e os enfeites pelo armário. Já limpei a bancada. Faltam as velas que são caras como tudo, já que me recuso a ter aquelas horrorosas com os números colados. Velas que são velas são muitas e esburacam o bolo todo (a boa notícia é tenho ajuda para as apagar, a todas, de uma só vez, apesar de isso implicar alguma baba em cima do bolo).
Para o jantar também está tudo bem encaminhado. Tudo preparado como seria de esperar de mim, sendo filha da minha mãe. Tudo para que o N. não se lembre que não foi ela que pôs a mesa, não foi ela que fez o bolo e nem é ela que se vai sentar ao nosso lado. Recebo as rosas que ela sempre me ofereceu, em todos os meus aniversários, desde que me lembro de ter dito "olha, adoro flores! Que giro. Nunca tinha pensado nisso."
Mas depois olho para a piolha, os olhinhos a brilhar de excitação porque a mamã faz anos amanhã. E o bolo vai barbies e flores (oh brother!). E o jantar é bacalhão (já que diz otorrinolaringologista melhor que muitos adultos, nem a corrijo, até porque me diverte)! E vou-te fazer um desenho com muitaaaaas cores! E quero passar o dia todo contigo (não fosse eu obrigada a trabalhar no dia do meu aniversário)! Ai que bom ai que bom! Que dia tão feliz que vai ser :)
E zás... as vossas vidas são assim tão frenéticas como a minha? Tanta coisa se pode viver e sentir num só dia, não é? É incrível...
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
Estamos quase a chegar a 2012, portanto...
... é tempo de fazer um balanço do ano que passou!
Se tivesse de descrever o ano que passou numa palavra não saberia qual delas escrever: amor, manchas, monstros, irritação, fazer as pazes, lágrimas e ranho, sorrisos, alívio, sucesso, algumas derrotas, muitas conquistas, cães, peixe, casas e palácios, escadas, joelhos, muletas, mau humor e mau feitio, desculpas, abraços, beijinhos, confissões, desilusões, sonhos, filosofia e filósofos, fins de semana, férias, saudades, regressos, prendas, doces, esquecimentos, lembranças, desejos, músicas, filmes, livros, mantas, tecidos, feltros, lolitas, namorados, trabalho, cansaço, crise, pouco dinheiro, sushi, maionese de coentros, avante, torradas, mojitos e caipirinhas, gin e cerveja, tequilla!!!!, amigas e amigos, novas amizades, amizades adolescentes, ... e tantas outras que sei que me estou a esquecer!
Vamos entrar em 2012 com o pé direito lolitas!
Estou ansiosa por mais um ano! E este vai ser o melhor dos melhores!
Feliz ano novo!!
Se tivesse de descrever o ano que passou numa palavra não saberia qual delas escrever: amor, manchas, monstros, irritação, fazer as pazes, lágrimas e ranho, sorrisos, alívio, sucesso, algumas derrotas, muitas conquistas, cães, peixe, casas e palácios, escadas, joelhos, muletas, mau humor e mau feitio, desculpas, abraços, beijinhos, confissões, desilusões, sonhos, filosofia e filósofos, fins de semana, férias, saudades, regressos, prendas, doces, esquecimentos, lembranças, desejos, músicas, filmes, livros, mantas, tecidos, feltros, lolitas, namorados, trabalho, cansaço, crise, pouco dinheiro, sushi, maionese de coentros, avante, torradas, mojitos e caipirinhas, gin e cerveja, tequilla!!!!, amigas e amigos, novas amizades, amizades adolescentes, ... e tantas outras que sei que me estou a esquecer!
Vamos entrar em 2012 com o pé direito lolitas!
Estou ansiosa por mais um ano! E este vai ser o melhor dos melhores!
Feliz ano novo!!
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
A Rosa está de regresso ao Palácio
As nossas correntes de pensamento positivo resultam sempre!
Por isso está na altura das correntes cheias de boas energias para os nossos companheiros: o Pig e a Magali, que se deixem de coisas, estes sustos não têm graça nenhuma e nós queremos é bichinhos saudáveis, cheios de manhas e de mimos.
Por isso está na altura das correntes cheias de boas energias para os nossos companheiros: o Pig e a Magali, que se deixem de coisas, estes sustos não têm graça nenhuma e nós queremos é bichinhos saudáveis, cheios de manhas e de mimos.
Há natais que têm tudo para correr mal...
saudades de pessoas que nos construiram e que quando se transformaram em estrelinhas, mataram um bocadinho de nós, um bocadinho da nossa alegria, o raio (s partam) da crise, a falta de pessoas queridas que optaram por passar o natal noutras casas, amigos que queríamos trazer para casa embrulhadinhos numa manta e não nos deixam, as luzes que se fundiram, a falta da estrelinha na árvore de natal, familiares sozinhos, o frio, o stress de não acabar as prendas a tempo e a dúvida entre embrulhos em sacos do continente ou papel de alumínio, o cd do lidl com músicas de natal...
E tudo se transforma... numa fracção de segundo, tudo se transforma. Porque connosco é assim! Dança-se qualquer música em qualquer canto da casa, come-se pepino e tartes maravilhosas, todos riem, todos estão felizes e o resto não interessa... porque o resto não existe. porque somos nós e nós não somos feitos de restos. somos completos. e sabemos ser felizes.
ouvem-se os guizos do trenó. ainda espreitamos à janela, olhamos o céu, mas já não o vemos. há prendas debaixo da chaminé... acreditam que era exactamente a boneca que ela tinha pedido na carta ao pai natal? aquele brilhozinho nos olhos (sim, o sérgio godinho escreveu a música para ela) faz-me sentir gigante. tão gigante que nem caibo em mim. faz-me sentir que é o natal mais emocionante de toda a minha vida ( e faz-me ter a certeza que muitos se repetirão).
cada presente aberto devagarinho. tocado devagarinho. recebido com imensidão. cada lixinho transformado em ouro. cada livro folheado, cada cd cheirado, cada vestido, gola ou manta abraçado. cada embrulho transformado em nós. a lagriminha no canto do olho. ela a sussurrar-me ao ouvido "é a alegria, não é, mamã?" e o meu sorriso a responder-lhe.
Agora posso pensar em ti, detestar os papos nos olhos que herdei de ti, mas mostrar-te que consegui. E orgulhar-me disto para sempre. e tu sabes o quanto eu adoro o "para sempre".
Obrigada a todos por tornarem este natal tão especial!
sábado, 10 de dezembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Ouvem-se as enormes barbaridades sobre "ficar em casa com os filhos doentes"...
Que não queremos é trabalhar, que somos preguiçosas, que passamos o dia em casa sem fazer nada e por aí fora. O que faz com que nenhuma mãe esteja em casa a pensar única e exclusivamente nas melhoras da sua cria - o trabalho acumula, pensam que sou calona e zás! lá se enviam os putos na escolinha, com um benuron enfiado pela goela abaixo, e com o coração apertadinho porque sabemos perfeitamente que acabámos de entregar uma criança que ainda não recuperou totalmente e que, na menor das doenças, precisa de nós e dos nossos mimos.
É que julgo que não há mãe no mundo que quando ouve falar em dores de barriga, não imagina, numa fracção de segundo, que é uma apendicite ou uma dor de cabeça, uma meningite. Não há mãe no mundo que durma descansada quando o filho não está bem. Porque é injusto à brava. Eles são tão pequeninos, como é possível que tenham que passar por cólicas horríveis, dentes a nascer, febres que teimam em baixar e dores por todo aquele corpinho minúsculo?
Este é o blog das lolitas. E eu sou uma lolita. Sou uma lolita que por acaso também é mãe. E lá porque a minha filha decidiu ter agora todas as doenças que nunca teve enquanto bebé (ainda na semana passada teve uma otite, semanas antes uma virose, em abril o raios partam a varicela!), não quer dizer que eu esteja descansada. Não estou. Ela há-de estar crescida e dona da vida dela e eu hei-de me preocupar sempre. Hei-de passar noites em claro até morrer, ao lado dela, a cantar-lhe baixinho, a esfregar-lhe as costas, a afagar-lhe o cabelo e a medir-lhe a febre de 5 em 5 segundos. No meio de tudo isto, vou suspirando, pensando no trabalho e em como devia estar a trabalhar, porque a nossa consciência e a sensação de que estamos sempre em falta com alguma coisa é uma cena tramada! Ainda para mais quando não temos culpa de nada e só queremos que aquela piolha fique boa depressa!
Isto tudo para concluir que ninguém se diverte por ficar em casa com o filho doente!
É que julgo que não há mãe no mundo que quando ouve falar em dores de barriga, não imagina, numa fracção de segundo, que é uma apendicite ou uma dor de cabeça, uma meningite. Não há mãe no mundo que durma descansada quando o filho não está bem. Porque é injusto à brava. Eles são tão pequeninos, como é possível que tenham que passar por cólicas horríveis, dentes a nascer, febres que teimam em baixar e dores por todo aquele corpinho minúsculo?
Este é o blog das lolitas. E eu sou uma lolita. Sou uma lolita que por acaso também é mãe. E lá porque a minha filha decidiu ter agora todas as doenças que nunca teve enquanto bebé (ainda na semana passada teve uma otite, semanas antes uma virose, em abril o raios partam a varicela!), não quer dizer que eu esteja descansada. Não estou. Ela há-de estar crescida e dona da vida dela e eu hei-de me preocupar sempre. Hei-de passar noites em claro até morrer, ao lado dela, a cantar-lhe baixinho, a esfregar-lhe as costas, a afagar-lhe o cabelo e a medir-lhe a febre de 5 em 5 segundos. No meio de tudo isto, vou suspirando, pensando no trabalho e em como devia estar a trabalhar, porque a nossa consciência e a sensação de que estamos sempre em falta com alguma coisa é uma cena tramada! Ainda para mais quando não temos culpa de nada e só queremos que aquela piolha fique boa depressa!
Isto tudo para concluir que ninguém se diverte por ficar em casa com o filho doente!
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Estamos a ser roubados
de todas as maneiras possíveis e imaginárias.
Eu gosto de oferecer prendas, sempre gostei e hei-de gostar sempre. Ás vezes, faço-as (na maior parte das vezes, mesmo), mas também sempre gostei de comprar algumas bem mimosas.
A verdade é que este ano, isto anda mal. Anda péssimo, mesmo. Não poderá haver prendas compradas para ninguém. (Só a piolha é que tem direito a prenda comprada - o pai natal deixou-a bem embrulhadinha no meu roupeiro, ainda em Outubro).
Neste Natal, nem a máxima "só as crianças e os animais é que recebem prendas" vai prevalecer.
Gostava (muitooooo) de ter tempo de fazer prendas para tod@s os adultos, crianças, bebés, animais de quem gosto, mas vai ser impossível. Até porque sofro do síndrome de nunca acabar as prendas que começo... e as 24 horas do dia nunca chegam para nada!
Isto tudo para dizer: Desculpem! Desculpem, mesmo!E desejo-vos um raio de uma noite muita bem passada, com comidinhas boas, muitos jogos, canções e gargalhadas e desejo com todo o meu coração uma estomatite aftosa para o cab%$%&$ do passos coelho!
Eu gosto de oferecer prendas, sempre gostei e hei-de gostar sempre. Ás vezes, faço-as (na maior parte das vezes, mesmo), mas também sempre gostei de comprar algumas bem mimosas.
A verdade é que este ano, isto anda mal. Anda péssimo, mesmo. Não poderá haver prendas compradas para ninguém. (Só a piolha é que tem direito a prenda comprada - o pai natal deixou-a bem embrulhadinha no meu roupeiro, ainda em Outubro).
Neste Natal, nem a máxima "só as crianças e os animais é que recebem prendas" vai prevalecer.
Gostava (muitooooo) de ter tempo de fazer prendas para tod@s os adultos, crianças, bebés, animais de quem gosto, mas vai ser impossível. Até porque sofro do síndrome de nunca acabar as prendas que começo... e as 24 horas do dia nunca chegam para nada!
Isto tudo para dizer: Desculpem! Desculpem, mesmo!E desejo-vos um raio de uma noite muita bem passada, com comidinhas boas, muitos jogos, canções e gargalhadas e desejo com todo o meu coração uma estomatite aftosa para o cab%$%&$ do passos coelho!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
challenge accepted!
:
1- devia estar a trabalhar
2- tenho de me ir deitar
3- devia estar a trabalhar
4- e se fosse escrever no blogue das lolitas?
5- que porcaria, nunca há nada para comer nesta casa
6- devia estar a trabalhar
7- não vou conseguir acabar o trabalho a tempo. Nunca devia ter-me inscrito nesta porcaria
8- vai ser hoje. desfaço-lhe a cara à chapada, palavra d'honra!
9- as pessoas são tão mal-criadas, hoje em dia. Já não há delicadeza, é tudo muito bruto.
10 - olha-me este fdp, com um traço contínuo. Assassino.
11 - devia estar a trabalhar. Por que é que não estou a trabalhar.
12 - 'tou tão exausta
13 - não consigo dormir agora, não tenho sono nenhum
14- oh que m***a de vida, pá... O lava-loiça a transbordar e não tenho detergente.
15 - já devia estar a dormir. Amanhã ninguém me acorda.
16 - e se eu mudasse o título do trabalho?
17 - aquilo é uma bola de cotão ou um rato?
18 - ainda não encomendei bilhas de gás. Ando a brincar à roleta russa, ainda vou de nariz a pingar para o casório
19 - ai, os sapatos, não tenho sapatos para o casamento!
20- devia estar a trabalhar. Trabalha, porra!
21- E aquela gaja, pá! O que é que eu faço à minha vida?
22 - "Tens de te impôr". O que é essa m***a do tens de te impôr?
23- Devia ir ao médico. Estes sinais nas costas são tão suspeitos...
24- Devia mudar a sala outra vez. Passar a cama para a sala e a sala para o escritório.
25- Bem, já não vou trabalhar a estas horas. O melhor é desligar o computador que isto faz mal à cabeças, estas luzes.
1- devia estar a trabalhar
2- tenho de me ir deitar
3- devia estar a trabalhar
4- e se fosse escrever no blogue das lolitas?
5- que porcaria, nunca há nada para comer nesta casa
6- devia estar a trabalhar
7- não vou conseguir acabar o trabalho a tempo. Nunca devia ter-me inscrito nesta porcaria
8- vai ser hoje. desfaço-lhe a cara à chapada, palavra d'honra!
9- as pessoas são tão mal-criadas, hoje em dia. Já não há delicadeza, é tudo muito bruto.
10 - olha-me este fdp, com um traço contínuo. Assassino.
11 - devia estar a trabalhar. Por que é que não estou a trabalhar.
12 - 'tou tão exausta
13 - não consigo dormir agora, não tenho sono nenhum
14- oh que m***a de vida, pá... O lava-loiça a transbordar e não tenho detergente.
15 - já devia estar a dormir. Amanhã ninguém me acorda.
16 - e se eu mudasse o título do trabalho?
17 - aquilo é uma bola de cotão ou um rato?
18 - ainda não encomendei bilhas de gás. Ando a brincar à roleta russa, ainda vou de nariz a pingar para o casório
19 - ai, os sapatos, não tenho sapatos para o casamento!
20- devia estar a trabalhar. Trabalha, porra!
21- E aquela gaja, pá! O que é que eu faço à minha vida?
22 - "Tens de te impôr". O que é essa m***a do tens de te impôr?
23- Devia ir ao médico. Estes sinais nas costas são tão suspeitos...
24- Devia mudar a sala outra vez. Passar a cama para a sala e a sala para o escritório.
25- Bem, já não vou trabalhar a estas horas. O melhor é desligar o computador que isto faz mal à cabeças, estas luzes.
domingo, 11 de setembro de 2011
É que é tão fofinhooooooooooo!!!!!!!!
Mãe, podemos ficar com ele? I
Mãe, podemos ficar com ele? II
Mãe, podemos ficar com ele? III
Mãe, podemos ficar com ele? IV
Por mim sim, mas vai perguntar ao teu pai!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Parabéns à miuda mais gira do universo!
A minha mais que tudo: a mais bonita, a mais inteligente, a mais saudável, a mais princesa, a mais birrenta, a mais teimosa, a mais gritona, a mais vaidosa, a mais pirosa (e pirosa é bom!!), a mais fofinha... 4 anos de felicidade, de amor que eu sei que será para sempre!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Meu lindo Agosto...
Era suposto estar a fazer o teu bolo de anos ou a embrulhar a tua prenda, mas fui deixar margaridas amarelas e um cravo vermelho por cima de ti.
É um vazio maior que tudo. É um grito que não se solta. É querer aceitar uma coisa que não se aceita. É querer abraçar-te e nunca mais te largar. É dizer que te amo, sem parar, como um disco riscado. É ter saudades tuas para sempre. É querer ouvir a tua voz e o teu riso. É querer-te ao pé de mim.
Vejo-te em todo o lado e sei que não estás cá. Estás, mas não estás aqui aqui aqui. Ligo-te vezes sem conta e nunca atendes. Levei com uma bala perdida que ficou instalada para sempre. Que dói sempre. Quero acreditar que é tudo mentira, é desumano o que nos fizeram. Nenhum de nós merecia. Nenhum de nós merece.
São saudades que sufocam, vão massacrando e não sei onde vão dar.
Ensina-me, mãe, como se faz. Como se vive sem ti.
I really miss you!!
Parabéns, mãe!!!
É um vazio maior que tudo. É um grito que não se solta. É querer aceitar uma coisa que não se aceita. É querer abraçar-te e nunca mais te largar. É dizer que te amo, sem parar, como um disco riscado. É ter saudades tuas para sempre. É querer ouvir a tua voz e o teu riso. É querer-te ao pé de mim.
Vejo-te em todo o lado e sei que não estás cá. Estás, mas não estás aqui aqui aqui. Ligo-te vezes sem conta e nunca atendes. Levei com uma bala perdida que ficou instalada para sempre. Que dói sempre. Quero acreditar que é tudo mentira, é desumano o que nos fizeram. Nenhum de nós merecia. Nenhum de nós merece.
São saudades que sufocam, vão massacrando e não sei onde vão dar.
Ensina-me, mãe, como se faz. Como se vive sem ti.
I really miss you!!
Parabéns, mãe!!!
sexta-feira, 22 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Apesar...
... do vento
... das pedras
... dos chapéus que não nos deixavam descansar
... do buraco no ozono
... das dores no corpo devido a acidentes anteriores
... do carro quase não ter subido e dos pneus terem chiado
... do trânsito na ponte
Apesar disto tudo, foi um dia bom.
Apesar de às vezes não ser fácil, as lolitas parecem ter conseguido encontrar paz!
sexta-feira, 24 de junho de 2011
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