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quinta-feira, 31 de março de 2011

Hoje não é só sobre o 58

É sobre o 16, o 36, o 44, o 45 e o 46. É sobre o 58. É sobre praticamente quase todos os autocarros desta cidade cheia de gente.
É sobre uma coisinha que me irrita solenemente. Ok, é sobre duas coisinhas que me irritam solenemente.
A primeira: não entendo como é que ainda ninguém explicou aos passageiros da carris que a entrada para o autocarro e o acender a luz verde da máquina do passe, não é uma procissão!!!!!!!!!!!!!! é uma coisa que tem que se fazer, senão começávamos todos a entrar pelas janelas, e de preferência que seja rápido porque há gente carregada com compras e mais putos e ao colo e estão atrasadas para ir trabalhar.
A segunda: é a sina que eu tenho de me esconder nos lugares no fundo do autocarro, para ter a minha privacidade e ir sossegadinha com os meus livros e os meus pensamentos, e pumba! há dezenas de lugares vazios, mas tem que ser ao mau lado?? mas porquê????????? gostam do meu perfume? têm frio? Que o digam, que falem comigo, em vez de me espetarem com sacos do minopreço nas pernas ou me chatearem com a música alta. É que invadem de forma descarada o meu espaço vital. deixam-me com falta de ar e a desejar ter trazido "brise" na mala.
E eu hoje que só queria ir apanhar sol para a Gulbenkian!

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Já atrasada...

apanhei desta vez o 44. nunca andei num autocarro tão mal cheiroso! mas adiante...
o meu passe fez "pip" e começo a ouvir berros: "ABRA A PORTA" e "FECHE A PORTA" "ABRA", "FECHE", "ABRA", "FECHE"... o motorista já num enorme stress porque não conseguia nem abrir nem fechar a porta. Ouviam-se gritos e mais gritos...
fui ver, já imaginava sangue por todo o lado... mas não... era só um rabo gigantesco entalado na porta do autocarro.
A senhora do rabo do tamanho da avenida da liberdade não devia ser vegetariana. É que @s vegetarian@s que tenho conhecido ultimamente não têm rabo, por isso a conclusão que tiro deste episódio é que quem só come alface não tem rabo e deve ser um tanto infeliz!