...até aos 7 anos e depois dos 24!
Lolitar.
(do latim aparvalhare, um)
v. int.
1. Acto de fazer lolitagens;
2. Deitar cá para fora amarguras, irritações, parvoíces e palavras pirosas do coração;
3.O mesmo que esticar o cabelo na marquise da Rosa.
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domingo, 8 de junho de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
O que é o almoço?
Joana, tens almoço? Não, Vera, não tenho. Depois vamos ao mc donalds ou assim. Ou ao sushi. Ai é tão caro. Precisamos daqueles cupões de desconto. Nunca mais saíram. Que chatice. Se calhar vamos mas é ao supermercado e compramos daqueles hamburguers que se aquecem no microondas. Tanto me faz, só não quero é cozinhar. Tudo bem, fazemos assim e assado e vais ver que fica bom. Fazemos não, fazes tu. Sim, faço eu.
E pimbas, a Joana faz-me uma saladinha daquelas muito saudáveis e tira-me as grainhas do tomate por causa do meu não dente.
Amigas assim são uma benção... nunca ninguém me tinha tirado as grainhas do tomate...
Agora é fazer figas para não ter fome daqui a 15 minutos!
E pimbas, a Joana faz-me uma saladinha daquelas muito saudáveis e tira-me as grainhas do tomate por causa do meu não dente.
Amigas assim são uma benção... nunca ninguém me tinha tirado as grainhas do tomate...
Agora é fazer figas para não ter fome daqui a 15 minutos!
terça-feira, 6 de maio de 2014
Sem roooodinhas!!!
Bem sei que tenho um temperamento difícil e implico com as coisas mais parvas... uma das minhas irritações são as ciclovias.
Primeiro, porque o meu desporto favorito é arrastar-me até à esplanada mais próxima e beber um café, enquanto fumo um cigarro.
Segundo, porque as ciclovias invadiram as ruas e os jardins, de tal maneira desgovernada que é raro o dia em que eu ou as cadelas não temos que nos desviar em saltos (quase mortais) para não sermos atropeladas.
Terceiro, implico com aqueles capacetes manhosos que me fazem lembrar um pelicano poisado em cima da cabeça de alguém.
Quarto, não é tão mais fixe andar de bicicleta no campo que na cidade, a levar com os tubos de escape dos carros?
Entretanto, no fim de semana passado, o R. decidiu tirar as rodinhas à bicicleta da Laura. E lá fomos nós, ciclovia fora. A miúda espalhava-se, chorava, levava um beijinho, levantava-se, caía outra vez, chorava mais um bocadinho, levava mais uns miminhos e foi assim durante laaargos minutos. Até que de repente pedalou umas quantas vezes antes de cair. Era vê-la no chão, com o choro a meio, a bicicleta em cima dela e nós aos gritos yeahhhh boaaaa vivaaaaa!
Isto tudo para vir aqui engolir tudo o que disse sobre os utilizadores das ciclovias. É que no meio desta iniciação à bicla sem rodinhas, foram vários os incentivos dados à nossa filha por autênticos desconhecidos (os tais com o pelicano na cabeça, mais os que só estavam sentados no banco de jardim a apanhar sol) - Vai, tu consegues!! Força!! Ai, é tão gira esta fase! - e perdi a conta à quantidade de gente que estremecia e que iam na direcção dela com os braços estendidos cada vez que ela caía.
Por isso, resta-me resumir, que há pessoas sensíveis, solidárias e fofinhas nas ciclovias.
De resto, só nos falta afinar os comandos. Enquanto eu grito "TRAAAAAAVAAAAAAAAAAA", o pai grita "PEDALAAAAAAAAA, NÃO PÁRES!!!". E tenho que inventar outra irritaçãozinha de estimação que esta deixou de ter argumentos...
Primeiro, porque o meu desporto favorito é arrastar-me até à esplanada mais próxima e beber um café, enquanto fumo um cigarro.
Segundo, porque as ciclovias invadiram as ruas e os jardins, de tal maneira desgovernada que é raro o dia em que eu ou as cadelas não temos que nos desviar em saltos (quase mortais) para não sermos atropeladas.
Terceiro, implico com aqueles capacetes manhosos que me fazem lembrar um pelicano poisado em cima da cabeça de alguém.
Quarto, não é tão mais fixe andar de bicicleta no campo que na cidade, a levar com os tubos de escape dos carros?
Entretanto, no fim de semana passado, o R. decidiu tirar as rodinhas à bicicleta da Laura. E lá fomos nós, ciclovia fora. A miúda espalhava-se, chorava, levava um beijinho, levantava-se, caía outra vez, chorava mais um bocadinho, levava mais uns miminhos e foi assim durante laaargos minutos. Até que de repente pedalou umas quantas vezes antes de cair. Era vê-la no chão, com o choro a meio, a bicicleta em cima dela e nós aos gritos yeahhhh boaaaa vivaaaaa!
Isto tudo para vir aqui engolir tudo o que disse sobre os utilizadores das ciclovias. É que no meio desta iniciação à bicla sem rodinhas, foram vários os incentivos dados à nossa filha por autênticos desconhecidos (os tais com o pelicano na cabeça, mais os que só estavam sentados no banco de jardim a apanhar sol) - Vai, tu consegues!! Força!! Ai, é tão gira esta fase! - e perdi a conta à quantidade de gente que estremecia e que iam na direcção dela com os braços estendidos cada vez que ela caía.
Por isso, resta-me resumir, que há pessoas sensíveis, solidárias e fofinhas nas ciclovias.
De resto, só nos falta afinar os comandos. Enquanto eu grito "TRAAAAAAVAAAAAAAAAAA", o pai grita "PEDALAAAAAAAAA, NÃO PÁRES!!!". E tenho que inventar outra irritaçãozinha de estimação que esta deixou de ter argumentos...
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Deixam-me a almoçar sozinha e depois dá nisto
- Porque é que quem não tem dentes tem tantas nozes?
- Porque é que temos direito a mais dias quando nos casamos do que quando nos morre alguém? E se for um dos animais de estimação não temos direito a dia nenhum?
- Porque é que nunca me lembro do nome das bandas novas que gosto e depois é um 31 para as descobrir no youtube?
- Porque é que o preço das azevias é tão insultuoso?
- Porque é que temos direito a mais dias quando nos casamos do que quando nos morre alguém? E se for um dos animais de estimação não temos direito a dia nenhum?
- Porque é que nunca me lembro do nome das bandas novas que gosto e depois é um 31 para as descobrir no youtube?
- Porque é que o preço das azevias é tão insultuoso?
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Há dias em que tenho 5 anos
Ainda não consegui parar de rir com este vídeo (obrigada M., por saberes como me fazer rir às gargalhadas)!
terça-feira, 28 de maio de 2013
Ah muito giro e tal ... "é pena é não ser em português"
já deito esta expressão pelos ouvidos. Sempre que algum português canta alguma coisa em inglês, zás, leva logo com este tipo de comentários.
Somos cidadãos do mundo. Compomos como bem nos apetece. E se me apetecesse compor em chilibibilidês? Hã? Não podia só porque nasci em Portugal? Que raio de argumento é este??!! Não posso ter chilibibidês no coração? Não me pode servir de referência, de inspiração?
Como portuguesa que sou, tenho que gostar de cozido à portuguesa, de galos de barcelos, de touradas, de matanças do porco, de vinho tinto, de fado e da Joana Vasconcelos? Not! Por acaso dos galos de barcelos até gosto. Mas se fossem galos de outra cidade qualquer ia gostar também. Eu gosto é das cores, tanto se me dá de onde é que vêm.
Também diriam ao Dali que os quadros dele eram bem fixes, mas faltam ali umas tortilhas para compor o ramalhete?!
A sério que não compreendo este tipo de posições. Acho totalmente desprovidas de sentido.
A arte e a cultura são universais. Têm todas as cores, todas as línguas, todos os instrumentos, todos os materiais que quisermos.
Ainda estou à espera do argumento que me convença. Ou talvez não. Não vale a pena darem-se ao trabalho.
Somos cidadãos do mundo. Compomos como bem nos apetece. E se me apetecesse compor em chilibibilidês? Hã? Não podia só porque nasci em Portugal? Que raio de argumento é este??!! Não posso ter chilibibidês no coração? Não me pode servir de referência, de inspiração?
Como portuguesa que sou, tenho que gostar de cozido à portuguesa, de galos de barcelos, de touradas, de matanças do porco, de vinho tinto, de fado e da Joana Vasconcelos? Not! Por acaso dos galos de barcelos até gosto. Mas se fossem galos de outra cidade qualquer ia gostar também. Eu gosto é das cores, tanto se me dá de onde é que vêm.
Também diriam ao Dali que os quadros dele eram bem fixes, mas faltam ali umas tortilhas para compor o ramalhete?!
A sério que não compreendo este tipo de posições. Acho totalmente desprovidas de sentido.
A arte e a cultura são universais. Têm todas as cores, todas as línguas, todos os instrumentos, todos os materiais que quisermos.
Ainda estou à espera do argumento que me convença. Ou talvez não. Não vale a pena darem-se ao trabalho.
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é muito óbvio que estou a ter uma manhã de merda?,
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Urgências daquelas urgentes só para nós
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Lolitas we have a problem
"Nova Lei: pais notificados quando menores são apanhados bêbedos"
e se se lembram de notificar os menores quando os adultos forem apanhados alcoolizados?
e se se lembram de notificar os menores quando os adultos forem apanhados alcoolizados?
domingo, 14 de abril de 2013
Não se consegue ler em ciclovias
A minha piolha pediu-me para a levar a andar de bicicleta. Como gostamos muito de ler, pus dois livros - um para cada uma - debaixo do braço e siga!
Resultado: gente, demasiada gente, putos malcriados, mães, pais e avós aos gritos, bebés e cães de todos os tamanhos e feitios a atravessarem-se na ciclovia à maluca! Estava tudo possuído! Cada vez que arranjava um lugarito sossegado e fazia um cigarro para começar a leitura, vinham não sei quantos marmanjos e sentavam-se ao meu lado. Perdi a conta às vezes que mudei de lugar. E às vezes que tive que perseguir a Laura para que não atropelasse ninguém com a sua bicicleta. Bicicleta esta que a data altura (não sei como) se virou por completo, parecia que ia subir aos céus, e a miúda fez um mortal. Raspou o rabiosque, a mão e uma perna. Nem uma lágrima. Olhou para mim como que a tentar perceber o que lhe tinha acontecido, levantei-a do chão, sacudi-lhe a roupa, dei-lhe um beijinho e acabámos por vir para casa comer gelados e apanhar os últimos raios de sol no quintal maravilha.
De repente apareceu um gato todo assanhado a perseguir a Magali. Eu gritei-lhe, o gajo bufou-me e veio na minha direcção. Ora, o que tinha eu mais perto de mim? A abençoada bicicleta. Dei-lhe um pontapé, ela voou na direcção do gato do demónio que apanhou alto susto e fugiu para o quintal do lado.
Fim.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Priceless
Eu a secar-lhe o cabelo depois do banho:
- Mãe, podes parar por favor?
- Não, não posso. Não podes ficar com o cabelo molhado.
E continuo.
- Adoro-te, mãe! Não é por ter o cabelo molhado que deixo de te amar.
- ...
- Adoro-te, mãe!
E ali ficámos no mimo, com o cabelo húmido.
Porque há dias na vida de uma mãe em que se tem a certeza que amanhã não haverá atchims nem cofs cofs...
- Mãe, podes parar por favor?
- Não, não posso. Não podes ficar com o cabelo molhado.
E continuo.
- Adoro-te, mãe! Não é por ter o cabelo molhado que deixo de te amar.
- ...
- Adoro-te, mãe!
E ali ficámos no mimo, com o cabelo húmido.
Porque há dias na vida de uma mãe em que se tem a certeza que amanhã não haverá atchims nem cofs cofs...
terça-feira, 20 de novembro de 2012
Os nossos leitores e leitoras
podiam chegar até nós através de direitos, de greve, de amor, de gajices. Mas não! Os nossos leitores são mega originais! E o que eu me ri!
Um mamo! HAHHAHAHHAHHAHAH
Um mamo! HAHHAHAHHAHHAHAH
terça-feira, 16 de outubro de 2012
Que a fada dos dentes traga uma moedinha
e se não for pedir muito, uma bolsa de estudo também, para ver se a piolha chega a ir para a universidade).
Parabéns menina linda da mãe. Estás tão grande!
Quando eram crianças também receberam a visita da fada dos dentes e ganharam uma moedinha?
Diz-me a desdentada-mor que uma amiguinha da escola foi presenteada com um gato em peluche todo xpto... é indecente quebrar tradições tão antigas, ainda por cima quando os dentes caiem sem avisar e uma mãe nem tempo tem para pensar no assunto!
Parabéns menina linda da mãe. Estás tão grande!
Quando eram crianças também receberam a visita da fada dos dentes e ganharam uma moedinha?
Diz-me a desdentada-mor que uma amiguinha da escola foi presenteada com um gato em peluche todo xpto... é indecente quebrar tradições tão antigas, ainda por cima quando os dentes caiem sem avisar e uma mãe nem tempo tem para pensar no assunto!
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Nós em viagem
no nosso ninhomóvel e começa a choviscar.
- Oh pai, liga essa coisa!
- Que coisa?
- O pára-balizas!
Nós - hahahahahhahahah!!!!!!!!!!
- Oh pai, liga essa coisa!
- Que coisa?
- O pára-balizas!
Nós - hahahahahhahahah!!!!!!!!!!
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
regras dos exploradores caçadores de tesouros e de piratas
- um explorador sabe distinguir entre lixo e pistas do tesouro
- um explorador sabe porque é que aquele pedaço de coisa nenhuma é uma pista e não um bocado de lixo. sabe explicar.
- um explorador nunca se queixa. sofre pelas mesmas coisas que os outros (calor, sede, picos no vestido) mas nunca se queixa.
- um explorador sabe que os piratas para nos despistar desfizeram o mapa do tesouro em muitas partes pequeninas e nos bocados que deixaram no chão alteraram umas partes preciosas - um explorador sabe ler nas entrelinhas de um mapa adulterado.
- um explorador usa chapéu
- um explorador leva consigo do princípio ao fim da exploração todas as coisas que decide levar de casa
- um explorador tem de ser pequenino para se esconder das câmaras de filmar dos piratas. ou então de se camuflar nas árvores.
- um explorador tem de falar por gestos, códigos e olhares porque os piratas estão sempre a gravar o que dizemos.
- um explorador foge dos carros.
- um explorador percebe se vem lá um carro se puser o ouvido junto ao chão. não convém fazer isso quando o carro está a passar.
- um explorador tem o direito inegável de ir ao parque infantil no final da expedição se puser as pistas bem guardadas dentro do chapéu.
posto isto podemos declarar a laura e o tiago exploradores do poço partido, com direito a distinção e louvor e, claro, a um tesouro cheio de jóias no final.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
As birras
não me assustam. Muito pelo contrário! Adoro uma boa birra! Adoro ver os miúdos a reagir e a lidar com as frustações. Ontem foi dia de birra! A gaiata estava esfomeada, mal humorada e sem a chuchamigo... Foi vê-la chorar, espernear, abraçar-se a mim (com mais força, dizia eu!) e ver as pessoas a reagir. É que o que é engraçado no meio disto é que os adultos não sabem lidar com as birras. Veio a senhora x e mete-se com ela "então, laurinha, que tens tu? porque choras? estás zangada?", e a piolha mais chorava e mais me apertava. Depois vem o y "Ai que vergonha, está tudo a olhar para ti no restaurante" - e aí meti-me eu "E então? Há algum problema? Se querem olhar, que olhem! Desde quando é que chorar é motivo para ter vergonha???". Senhores e senhoras, meninos e meninas, eu sou a Vera e esta é a Laura a fazer uma birra. Muito prazer, agora podem voltar a olhar para os vossos pratos, que não tarda começo a cobrar bilhetes para o espectáculo (esta parte não disse, mas pensei!!!! - assustei-vos, não foi???!!). Colher de sopa goela abaixo e a dona birra vai pregar para outra freguesia, prometendo voltar assim que tiver oportunidade e eu tenho de volta a criança sorridente e que fala alto como tudo! Não a queriam ouvir chorar, agora ouvem o que ela tem para dizer (e não é pouco!!!). Há sempre tema de conversa com esta minha filha, é impressionante! Da salada, salta para o grilo, do grilo para a nancy, da nancy para o cats e por aí fora...
Só há um tipo de birras para o qual não tenho a mínima paciência: sono! Tem sono, dorme! (Se bem que até eu tenho birrinhas de sono de vez em quando... se calhar é mesmo por isso que não gosto delas perto de mim... curioso, hã?).
Tentar parar as birras com "cala-te!", com "vais ficar de castigo!", "se parares de chorar dou-te um chucha-chupa" ou "levas um sopapo" revela a inteligência digna de uma minhoca e corre-se o risco de os miúdos cresceram sem a capacidade de lidar com as adversidades que a vida teima em colocar.
Uma pessoa muito especial ensinou-me isto - as birras mandam-se embora com mimo - e eu acredito nisto com todas as minhas forças, com a maior das convicções!
Por isso, quando elas aparecem eu agarro-as e trato delas com beijinhos repenicados, com abraços apertados, com festinhas mimentas, com esfreganços nas costas, com enrolanços de madeixas de cabelo e com "amo-te no matter what, forever and ever".
Só há um tipo de birras para o qual não tenho a mínima paciência: sono! Tem sono, dorme! (Se bem que até eu tenho birrinhas de sono de vez em quando... se calhar é mesmo por isso que não gosto delas perto de mim... curioso, hã?).
Tentar parar as birras com "cala-te!", com "vais ficar de castigo!", "se parares de chorar dou-te um chucha-chupa" ou "levas um sopapo" revela a inteligência digna de uma minhoca e corre-se o risco de os miúdos cresceram sem a capacidade de lidar com as adversidades que a vida teima em colocar.
Uma pessoa muito especial ensinou-me isto - as birras mandam-se embora com mimo - e eu acredito nisto com todas as minhas forças, com a maior das convicções!
Por isso, quando elas aparecem eu agarro-as e trato delas com beijinhos repenicados, com abraços apertados, com festinhas mimentas, com esfreganços nas costas, com enrolanços de madeixas de cabelo e com "amo-te no matter what, forever and ever".
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