para o gato do vizinho entrar, avançar pelo corredor e ir marcar território na mala da piscina.
Isto foi na sexta.
Hoje foi na bola de pilates e na minha mala preferida. De todas as malas no mundo, tinha quer naquela.
E assim, de repente, só me saem asneiras tão feias, mas tão feias que até tenho vergonha de as escrever...
Já agora, dêem-me dicas para tirar este cheiro horroroso antes que me dê um treco!
Lolitar.
(do latim aparvalhare, um)
v. int.
1. Acto de fazer lolitagens;
2. Deitar cá para fora amarguras, irritações, parvoíces e palavras pirosas do coração;
3.O mesmo que esticar o cabelo na marquise da Rosa.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
E porque é que foi inserida uma pessoa no blogue que não tem dito nada?
A verdade é que a Joana tem andado ultimamente de carro e por isso não tem as fantásticas histórias do 42 (também me recuso a chamar-lhe 742) ou do 18 (aka 718) ou ainda da fantástica linha verde e azul no nosso metropolitano!
No entanto, apenas para vos satisfazer as lolitagens posso contar-vos as histórias das minhas traseiras que ultimamente têm estado animadíssimas com o fim do Verão.
Anteontem, estava eu e o Francisco em casa com uma amiga e de repente pareceu-nos que tinha começado a chover... "Chover às 3h da manhã?" (como se houvesse horário para chover... é claro que toda a gente sabe que chove sempre das 8h às 21h. é o chamado horário laboral da chuva). Olhámos pela janela e estava o monte a arder... Em círculo perfeito, parecia uma seita. Chamámos os bombeiros - 117, é o número que dá jeito agora nesta época - e atendeu-me uma senhora a falar muito depressa, com daqueles atendimentos decorados, mas em velocidade acelerada como os disco: "jadfjhçwefn wefd do gás dçwehdfweçdf, fala a sdwekdl". "Peço desculpa devo-me ter enganado. Não me sabe dizer qual é o número dos incêndios?", "É este mesmo, diga. Mas se for em Lisboa eles já estão a caminho", "Por acaso é!" Pi, pi, pi, pi. O atendimento é rápido, eficiente e quase adivinhatório. A verdade é que passados 10 minutos lá estavam eles a gritar "Passa a mangueira", "Olha aí!", "Precisas de ajuda?".
Já ontem a história era outra! Muita asneirada, muitos gritos e eu que que sou uma recém moradora de bairro (sempre vivi em prédios altos que não davam para lado nenhum), lá me fui pôr à janela a ver o que se passava. Uma mulher gritava e corria, a família (supus eu) corria atrás dela. "É que ela é minha filha e trabalha muito! E se ela não se mete na vida de ninguém, ninguém se mete na dela". Estive quase para gritar da janela "Assim é difícil minha senhora!".
Amanhã regresso aos transportes públicos. Prometo!
No entanto, apenas para vos satisfazer as lolitagens posso contar-vos as histórias das minhas traseiras que ultimamente têm estado animadíssimas com o fim do Verão.
Anteontem, estava eu e o Francisco em casa com uma amiga e de repente pareceu-nos que tinha começado a chover... "Chover às 3h da manhã?" (como se houvesse horário para chover... é claro que toda a gente sabe que chove sempre das 8h às 21h. é o chamado horário laboral da chuva). Olhámos pela janela e estava o monte a arder... Em círculo perfeito, parecia uma seita. Chamámos os bombeiros - 117, é o número que dá jeito agora nesta época - e atendeu-me uma senhora a falar muito depressa, com daqueles atendimentos decorados, mas em velocidade acelerada como os disco: "jadfjhçwefn wefd do gás dçwehdfweçdf, fala a sdwekdl". "Peço desculpa devo-me ter enganado. Não me sabe dizer qual é o número dos incêndios?", "É este mesmo, diga. Mas se for em Lisboa eles já estão a caminho", "Por acaso é!" Pi, pi, pi, pi. O atendimento é rápido, eficiente e quase adivinhatório. A verdade é que passados 10 minutos lá estavam eles a gritar "Passa a mangueira", "Olha aí!", "Precisas de ajuda?".
Já ontem a história era outra! Muita asneirada, muitos gritos e eu que que sou uma recém moradora de bairro (sempre vivi em prédios altos que não davam para lado nenhum), lá me fui pôr à janela a ver o que se passava. Uma mulher gritava e corria, a família (supus eu) corria atrás dela. "É que ela é minha filha e trabalha muito! E se ela não se mete na vida de ninguém, ninguém se mete na dela". Estive quase para gritar da janela "Assim é difícil minha senhora!".
Amanhã regresso aos transportes públicos. Prometo!
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